Dica da Yellana:

 

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21 comentários em “Dica da Yellana:

      1. Doentio, né? Acho que no caso do moço a mãe apenas não bebe. Aliás, se ela bebesse de vez em quando talvez fosse menos problemática.

  1. Nossa que doentio isso ! E quase um abuso sexual , mais sem tocar !!! Que lamentavel pais e maes fazer isso em beneficio proprio ……. 😦

  2. Doentio, né? Acho que no caso do moço a mãe apenas não bebe. Aliás, se ela bebesse de vez em quando talvez fosse menos problemática.

    1. Ah é, e acho que ela também não tem amante, mas o mesmo vale para esse caso: Se tivesse, talvez fosse uma pessoa melhor.

  3. A mãe do meu “querido” ex – o famoso ex que me despachou sozinha da Europa com duas costelas quebradas – é exatamente desse jeito. Aliás, o pai também. O ex era uma espécie de guardião daquele bando de doentes, ele mesmo um doente. Todos uns bebuns e com grande comprometimento psicológico. Dia desses eu fui almoçar e encontro o ex no restaurante. Ele havia chegado bem depois de mim e, quando percebi, já tinha comido e indo embora. Vive fugindo de mim. Quem não deve, não teme.

  4. Agradeca a Costela Yellana , Foi um livramento dos grandes na sua vida !!!

    Isso dai ja e coisa de gente doida , condicionar o filho a uma vida de martir …. o_O

  5. É muito triste isso. Vivi um pouco disso com a minha familia. Tive minha infância e parte da adolescência roubada. Mas me revoltei e muito, o que foi bom porque pude assumir minhas vontades e perceber que não sou responsável por ninguem, que já estavam doentes antes e independentes de mim. Hoje tento encontrar um equilibrio e não repetir comportamentos. Mas enxergo esse padrão em muitas pessoas, em várioas níveis.

    1. [22222222222]

      Sempre fui moldada desde criança a não ter opinião própria, foi complicado eu me desligar disso e ver que NÃO sou culpada por querer decidir minha vida por mim.

      1. Eu acabei levando ao lado extremo quando me revoltei com meus pais, acabei indo contra tudo que falavam, todas as ideias e opiniões… foi infantil sim, mas foi muito bom, porque serviu para ver que eles não eram perfeitos e podiam ser confrontados. Fui a verdadeira adolescente rebelde sem causa, mas com alguma causa… Se eu não tivesse rompido com eles naquela época, estaria até hoje infeliz, correndo atrás do que nunca fui e nunca conseguiria ser, apenas na tentativa inútil de tentar agradá-los.. embora ainda hoje, com mais de trinta anos no lombo, ainda busco alguma aprovação de figuras que julgo “superioras”, mesmo inconscientemente… É uma luta diária para evitar esse padrão e entender quem eu sou e o que eu quero.

  6. “Os estudos mostram que muitas dessas famílias são dominadas por uma mãe poderosa, egocêntrica, emocionalmente instável e pron­ta para xingar e explodir sob qualquer pretexto.”

    “Essas mães esperam, e exigem, que o resto da família aceite e apoie seu ponto de vista acerca de tudo o que ocorre à sua volta. Só ela tem razão, os outros estão sempre errados. Responde com explosões de ira às frustrações e decepções e, quase sempre, acusa os familiares ou parentes de fazerem “pouco caso” dela.”

    Tô no meio disso, rs.

  7. Me identifiquei muito com a história. Meu pai separou-se da minha mãe quando eu tinha uns dois anos de idade. Ele ganhou na justiça a guarda de minha irmã e minha já que nossa mãe não tinha condições de criar a gente. Minha irmã aos quatorze anos viciou-se em drogas e até hoje é viciada já com vinte e nove anos. Viciou-se em drogas pesadas como o maldito crack. Só que meu pai me culpava muito por isso ter acontecido, ele dizia algumas como que se eu tivesse ficado feliz por minha irmã ter saído de casa, esses tipos de coisa e dentro de mim era uma dor enorme, pois jamais desejei isso pra ela. Hoje não é tanto assim, mas eu ainda sou tida como a pessoa que vai salvar a família (mãe,irmã etc ). Adquiri depressão e síndrome do pânico, se em alguns momento estou feliz,me sinto culpada por isso. Muito difícil.

    1. Meu, já tive síndrome do pânico quando eu tinha 10 anos. Era horrível, eu tinha medo até de sair, achando que eu pudesse morrer a qualquer momento. Andar de metrô era um sacrifício, hoje tenho uma vida normal graças a Deus. A homeopatia me ajudou muito.

      1. É horrível mesmo,mas já tô melhor. As vezes até na academia, malhando dá uma sensação de que vou morrer, daí começo a chamar por Deus e passa.

  8. Eu nunca sofri disso, tive uma família maravilhosamente estruturada (mesmo minha mãe tendo passado pelo que passou), tem um contraste gigante com a do meu esposo, me identifico mais com esta parte:
    “A criança escolhida para ser o “provedor”, pode exercer também a função de “esposo substituto” para o cônjuge desesperançado, solitário e infeliz. Caberá a ela fornecer ao cônjuge o apoio emocional e companhia que deveria vir do outro esposo”

    Meu esposo nunca foi provedor financeiro, somente emocional, isso desde muito pequeno, ele me disse que nunca empinou pipa ou brincava na rua pq a mãe não podia ficar em casa sozinha (isso ele tinha uns 4 anos), desde então ela só tinha ele na vida pobrezinha, descobriu as traições do pai, e sempre agiu como se fosse pai da própria mãe, enquanto ela se fazia de amiga (se é q o papel de um amigo é isso), pois nunca brigava, dava broncas ou atribuia responsabilidades somente para não se indispor com ele.

    Agora eu gostaria muito de saber se um profissional atestasse esse “abuso infantil” (como ele mesmo colocou), será que seria mais fácil (em caso de separação) mostrar a um juiz motivo plausível pra manter uma relação circunstancial e distante (ou pelo mesmo em caso de pedição de visitas, que fossem monitoradas) com o neto, já que tecnicamente poderia tentar induzir o mesmo?

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